12 de fevereiro de 2026
ANADEF - Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais
Minha Conta
Anadef
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Estatuto
    • Presidência
    • Diretoria
  • Imprensa
    • Últimas Notícias
    • Notas Públicas
    • Vídeos
  • DPU
    • O que é a Defensoria Pública da União
    • Áreas de atuação da DPU
    • Unidades da DPU
  • Convênios
    • Clubes de Benefícios
    • Editoras
    • Estudos
    • Planos de Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Fale Conosco
Associe-se
Anadef
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Estatuto
    • Presidência
    • Diretoria
  • Imprensa
    • Últimas Notícias
    • Notas Públicas
    • Vídeos
  • DPU
    • O que é a Defensoria Pública da União
    • Áreas de atuação da DPU
    • Unidades da DPU
  • Convênios
    • Clubes de Benefícios
    • Editoras
    • Estudos
    • Planos de Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Fale Conosco
Sem Resultado
Ver todos
Minha Conta
Associe-se
Anadef
Sem Resultado
Ver todos
DPU participa do Acampamento Terra Livre 2024 - 20 anos, nosso marco é ancestral, sempre estivemos aqui, em Brasília-DF, 25/04/2024, foto Myke Sena/DPU

DPU participa do Acampamento Terra Livre 2024 - 20 anos, nosso marco é ancestral, sempre estivemos aqui, em Brasília-DF, 25/04/2024, foto Myke Sena/DPU

Anadef pede ao STF que interiorização da DPU fique fora do arcabouço fiscal

Segundo associação, órgão não conseguiu se expandir no território nacional e só atende 27% das unidades da Justiça Federal

12/03/2025
Categoria Últimas Notícias
0
Share on FacebookShare on Twitter

Nino Guimarães – JOTA

A Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais (Anadef) ajuizou, nesta segunda-feira (10/3), uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a expansão da Defensoria Pública da União (DPU) não seja afetada pelo teto de gastos. No pedido, a entidade defende que a Corte confira interpretação conforme à Constituição do arcabouço fiscal para que a DPU possa ampliar a sua estrutura em todo o território nacional. Leia a ação na íntegra.

A entidade argumenta que ao contrário do Judiciário, do Ministério Público e da Advocacia Pública na esfera federal, a Defensoria Pública não havia alcançado todas as unidades jurisdicionais quando foi implementada a política de controle de gastos, em 2016. A Anadef diz que o congelamento orçamentário tem sido um obstáculo para o processo de implantação e interiorização da DPU nos estados, conforme previsto na Emenda Constitucional 80.

“A Defensoria Pública da União estava presente em apenas 27% daquelas unidades jurisdicionais. Se tais unidades não poderiam funcionar sem juízes/as, procuradores/as da República e advogados/as da União, por que razão se pode admitir que funcionassem sem defensores/as da União?”, pontua a petição.

De acordo com a entidade, cerca de 62 milhões de brasileiros economicamente vulneráveis não possuem acesso à Defensoria Pública, por morarem em circunscrições da Justiça Federal em que não há membros da DPU. O pedido não pretende retirar a DPU como um todo das regras fiscais, mas permitir que o orçamento do órgão seja acrescido no montante necessário para a expansão da sua estrutura. “Uma vez cumprida a etapa de implantação da Defensoria Pública da União, a limitação de gastos volta a incidir sobre a totalidade do orçamento da instituição”, destaca.

Nesse mesmo sentido, a entidade ressalta que, apesar de não querer impugnar a política nacional de austeridade fiscal, o arcabouço fiscal não pode interromper o processo de implantação dos serviços da Defensoria Pública. Os advogados Cláudio Pereira de Souza Neto e Lucas Capoulade Nogueira Arrais de Souza, que representam a Anadep, argumentam que o artigo 98 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), de 2014, previa que a DPU deveria atender todo o território no prazo de oito anos, mas, passados mais de dez anos, só atende 27% das unidades da Justiça Federal.

A Anadef explica que as regras do arcabouço fiscal, que permitem um crescimento máximo de 2,5% do orçamento, fariam com que a DPU levasse décadas para cumprir o seu processo de expansão. “Somente por meio de destinação orçamentária compatível, o país será capaz de cumprir o mandamento constitucional que prescreve o acesso efetivo à Justiça e ao Judiciário para a totalidade da população brasileira, sem promover a exclusão de sua parcela mais pobre”, afirma a Anadef.

Segundo dados de 2023, o orçamento executado da DPU corresponde a 0,04% das finanças da União, o que equivale a um gasto per capita de R$ 3,33 ao ano. “O que está em questão não é apenas o acesso à Defensoria Pública: é a própria possibilidade concreta de reivindicar direitos relacionados à União Federal e a programas federais.”

O caso tramita como ADI 7792, sob a relatoria do ministro André Mendonça

Fonte: https://www.jota.info/stf/do-supremo/anadef-pede-ao-stf-que-interiorizacao-da-dpu-fique-fora-do-arcabouco-fiscal

Posts Relacionados

Presidenta da ANADEF participa da abertura do Ano Judiciário de 2026 no STF

Presidenta da ANADEF participa da abertura do Ano Judiciário de 2026 no STF

05/02/2026
0

A presidenta da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais (ANADEF), Luciana Bregolin, participou da sessão solene de abertura...

Previsibilidade e acesso à Justiça: o tempo institucional da Defensoria Pública da União

Previsibilidade e acesso à Justiça: o tempo institucional da Defensoria Pública da União

27/01/2026
0

A indicação da nova defensora pública-geral da União ou do novo defensor público-geral da União não é um gesto político...

ANADEF agradece a Leonardo Magalhães pelo mandato à frente da Defensoria Pública da União nos últimos dois anos.

ANADEF agradece a Leonardo Magalhães pelo mandato à frente da Defensoria Pública da União nos últimos dois anos.

19/01/2026
0

A Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais (ANADEF) registra agradecimento ao colega Leonardo Magalhães pelo trabalho desempenhado ao...

A ANADEF parabeniza Wellington César pela nomeação ao cargo de ministro da Justiça, desejando pleno êxito nessa nova missão em favor do país.

A ANADEF parabeniza Wellington César pela nomeação ao cargo de ministro da Justiça, desejando pleno êxito nessa nova missão em favor do país.

15/01/2026
0

Com trajetória sólida no serviço público, Wellington César reúne ampla experiência na área jurídica, com atuação destacada em funções estratégicas...

Próxima Postagem
Ação no STF pede exceção ao arcabouço fiscal para instalar DPU em todo o país

Ação no STF pede exceção ao arcabouço fiscal para instalar DPU em todo o país

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos Federais - ANADEF
SRTVN Lote P Quadra 702, Edifício Brasília Rádio Center, Salas 2010/2011/2012, CEP: 70719-900 Brasília/DF
Telefone: (61) 3326-9121

Whatsapp

Política de Privacidade

  • Quem Somos
  • Fale Conosco
Sem Resultado
Ver todos
  • Institucional
    • Quem Somos
    • Estatuto
    • Presidência
    • Diretoria
  • Imprensa
    • Últimas Notícias
    • Notas Públicas
    • Vídeos
  • DPU
    • O que é a Defensoria Pública da União
    • Áreas de atuação da DPU
    • Unidades da DPU
  • Convênios
    • Clubes de Benefícios
    • Editoras
    • Estudos
    • Planos de Saúde
    • Qualidade de Vida
  • Fale Conosco
Minha conta

© 2022